História - Segunda Revolução Industrial
Segunda Revolução
Industrial
A partir do final do século XIX, período conhecido como a
fase da livre concorrência fica para trás e o capitalismo se tornava cada vez
menos competitivo e mais monopolista. Empresas ou países monopolizavam o
comércio. Era a fase do capitalismo financeiro ou monopolista, marcada pela
Segunda Revolução Industrial.
Nesta época, o Império Alemão surge como a grande
potência industrial. Com a abundância do minério de ferro e uma cultura
militar, os alemães, capitaneados pela Prússia, fazem reformas políticas e
econômicas que vão unificar o país e dotá-lo de uma indústria poderosa.
Desde então se estabeleciam as bases do progresso
tecnológico e científico, visando a invenção e o constante aperfeiçoamento dos
produtos e técnicas, para melhor desempenho industrial.
Abriam-se
as condições para o imperialismo colonialista e a luta de
classes, formando as bases do mundo contemporâneo.

Revolução
Industrial no Brasil
Enquanto na Inglaterra, no século XVIII, acontecia a
Revolução Industrial, o Brasil, ainda colônia portuguesa, estava longe do
processo de industrialização.
Após a independência houve apenas iniciativas isoladas em
instalar indústrias no Brasil. No começo do século XX, fábricas têxteis,
principalmente, surgiam em São Paulo e no Rio de Janeiro.
A industrialização no Brasil, contudo, só começou
verdadeiramente em 1930, cem anos após a Revolução Industrial Inglesa.
Durante o governo de Getúlio Vargas, a centralização do
poder no Estado Novo criou condições para que se iniciasse o trabalho de
coordenação e planejamento econômico. Vargas pôs ênfase na industrialização por
substituição de importações.
A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) trouxe uma
desaceleração para a industrialização no Brasil, uma vez que interrompeu as
importações de máquinas e equipamentos.
Mesmo assim, o Brasil através de acordos com os Estados
Unidos, consegue fundar a Companhia Siderúrgica Nacional (1941) e a Usiminas
(1942).
Após o conflito, o Estado retornaria suas atividades de
investidor e impulsionaria a criação de indústrias como a Petrobras (1953).
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